Bicycle Trip
Bela animação inspirada no relato de Alberto Hoffman sobre a sua primeira ingestão (acidental) de lsd
Bela animação inspirada no relato de Alberto Hoffman sobre a sua primeira ingestão (acidental) de lsd
Este filme com Jack Black e Mos Def é um um exemplo de bom roteiro para cinema, incluindo doses de realismo fantástico e boa uma boa analogia com a atual situação da indtria de entretenimento, a respeito de pirataria, produção de arte regionalizada… Em sua simplicidade é um filme genial. Recomendo muito.
Steel Pulse - Caught You Dancing
A F#m
You were standing there
C#m E
When I first laid eyes upon you
A F#m
You were looking fair
C#m E
When I first set eyes upon you
D C#m A F#m
I was so scared to talk to you yeh
D C#m
You hypnotised me with
CHORUS
A F#m
The music that you dancing to
A F#m
The music that you dancing to
C#m Bm
My lovely yes you’ve tricked me
C#m Bm
My lovely you disowned me
CHORUS
A F#m
Unto you I went
C#m E
Like a lamb right to the slaughter
A F#m
One and one makes two
C#m E
I thought happiness ever after
D C#m A F#m
I should have known it was one big fairy tale yeh
D C#m
You hypnotised me with
CHORUS
SCAT
D C#m A F#m
I was so scared to talk to you yeh
D C#m
You mesmorised me with
A F#m
The music that you dancing to
I caught you dancing
I I yeh I I yeh.
Ta aí, cifras para Caught You do Steel Pulse muito boa de tocar, got the chords?
“Entre os grupos do ramo Tucano Oriental, a identidade do povo fundamenta-se na língua. Em sua cultura, o casamento é sempre realizado com uma mulher de outro povo, e, portanto, de língua diferente, num sistema de casamento baseado em normas de exogamia linguística. Graças a isso, os grupos Tucano estão numa situação de multilingüismo que não tem paralelo em nenhum outro lugar do mundo, pois cada indivíduo fala no mínimo três línguas, e é comum que fale cinco ou mais. Após o casamento, a mulher deve ir viver com o povo de seu marido no qual passa a fazer parte deste. Por isso a identidade étnica do indivíduo é definida pela língua do povo paterno. Além disso, este aprende sempre desde a infância a língua do povo original de sua mãe, a língua tucano.”
<< Isso sim que é grafite!!
Poema #14 de 20 poemas de amor:
Brincas todos os dias com a luz do universo.
Subtil visitadora, chegas na flor e na água.
És mais do que a pequena cabeça branca que aperto
Como um cacho entre as mãos todos os dias.
Com ninguém te pareces desde que eu te amo.
Deixa-me estender-te entre grinaldas amarelas.
Quem escreve o teu nome com letras de fumo entre as estrelas
do sul?
Ah deixa-me lembrar como eras então, quando ainda existias.
Subitamente o vento uiva e bate à janela fechada.
O céu é uma rede coalhada de peixes sombrios.
Aqui vêm soprar todos os ventos, todos.
Aqui despe-se a chuva.
Passam fugindo os pássaros.
O vento. O vento.
Eu só posso lutar contra a força dos homens.
O temporal amontoa folhas escuras
E solta todos os barcos que esta noite amarraram o céu.
Tu estás aqui. Ah tu não foges.
Tu responder-me-ás até ao último grito.
Enrola-te a meu lado como se tivesses medo.
Porém mais que uma vez correu uma sombra estranha pelos teus olhos.
Agora, agora também, pequena, trazes-me madressilva,
E tens até seios perfumados.
Enquanto o vento triste galopa matando borboletas
Eu amo-te, e a minha alegria morde a tua boca de ameixa.
O que te haverá doído acostumares-te a mim,
À minha alma selvagem e só, ao meu nome que todos escorraçam.
Vimos arder tantas vezes a estrela-d’alva beijando-nos os olhos
E sobre as nossas cabeças destorceram-se os crepúsculos em leques
Rodopiantes.
As minhas palavras choveram sobre ti acariciando-te.
Amei desde há que tempo o teu corpo de nácar moreno.
Creio-te mesmo dona do universo.
Vim trazer-te das montanhas flores alegres «copihues»,
Avelãs escuras, e cestos silvestres de beijos.
Quero fazer contigo
O que a primavera faz com as cerejeiras. Brincas todos os dias com a luz do universo.
Subtil visitadora, chegas na flor e na água.
És mais do que a pequena cabeça branca que aperto
Como um cacho entre as mãos todos os dias.
Com ninguém te pareces desde que eu te amo.
Deixa-me estender-te entre grinaldas amarelas.
Quem escreve o teu nome com letras de fumo entre as estrelas
do sul?
Ah deixa-me lembrar como eras então, quando ainda existias.
Subitamente o vento uiva e bate à janela fechada.
O céu é uma rede coalhada de peixes sombrios.
Aqui vêm soprar todos os ventos, todos.
Aqui despe-se a chuva.
Passam fugindo os pássaros.
O vento. O vento.
Eu só posso lutar contra a força dos homens.
O temporal amontoa folhas escuras
E solta todos os barcos que esta noite amarraram o céu.
Tu estás aqui. Ah tu não foges.
Tu responder-me-ás até ao último grito.
Enrola-te a meu lado como se tivesses medo.
Porém mais que uma vez correu uma sombra estranha pelos teus olhos.
Agora, agora também, pequena, trazes-me madressilva,
E tens até seios perfumados.
Enquanto o vento triste galopa matando borboletas
Eu amo-te, e a minha alegria morde a tua boca de ameixa.
O que te haverá doído acostumares-te a mim,
À minha alma selvagem e só, ao meu nome que todos escorraçam.
Vimos arder tantas vezes a estrela-d’alva beijando-nos os olhos
E sobre as nossas cabeças destorceram-se os crepúsculos em leques
Rodopiantes.
As minhas palavras choveram sobre ti acariciando-te.
Amei desde há que tempo o teu corpo de nácar moreno.
Creio-te mesmo dona do universo.
Vim trazer-te das montanhas flores alegres «copihues»,
Avelãs escuras, e cestos silvestres de beijos.
Quero fazer contigo
O que a primavera faz com as cerejeiras.